Longa Vida à Fnac
A Fnac fazia hoje 5 anos, mas deram um belo presente. A Fnac do Cascais Shopping teve um belo programa, ao qual assisti em parte: vi António Chainho e Mafalda Arnauth(um de cada vez). Mas o melhor é que é de borla, e pertinho dos artistas.
A guitarra portuguesa arrepia-me. Gostei muito, foi a primeira vez que vi alguém tocar o sublime instrumento. Chaínho tava acompanhado por um senhor velho muito branco, da pele da cor do cabelo alvo, que tocava guitarra clássica, e que era quem fazia os arranjos para Carlos Paredes.
E pronto, os dois fizeram ali um espectáculo de virtuosismo e sentimento. Confesso, a guitarra portuguesa arrepia-me. E diria até, numa frase com grandes laivos de patriotismo, que português que não se emocione ao ouvir dedilhar as cordas de uma guitarra portuguesa não é um português completo! E tenho dito.
E viva a Mafalda Arnauth(é a grande voz), viva o fado e viva a Fnac, que para além destes dois ainda tinha hoje também o Rodrigo Leão.
A guitarra portuguesa arrepia-me. Gostei muito, foi a primeira vez que vi alguém tocar o sublime instrumento. Chaínho tava acompanhado por um senhor velho muito branco, da pele da cor do cabelo alvo, que tocava guitarra clássica, e que era quem fazia os arranjos para Carlos Paredes.
E pronto, os dois fizeram ali um espectáculo de virtuosismo e sentimento. Confesso, a guitarra portuguesa arrepia-me. E diria até, numa frase com grandes laivos de patriotismo, que português que não se emocione ao ouvir dedilhar as cordas de uma guitarra portuguesa não é um português completo! E tenho dito.
E viva a Mafalda Arnauth(é a grande voz), viva o fado e viva a Fnac, que para além destes dois ainda tinha hoje também o Rodrigo Leão.
